Esta página existe para lembrar o essencial: o jogo diverte enquanto está sob controlo. Aqui deixamos formas práticas de o manter assim e os contactos de quem ajuda quando ele deixa de ser diversão.
Por muito que uma plataforma seja boa, os jogos de azar estão desenhados para dar lucro a longo prazo a quem os oferece, não a quem joga. Encare cada valor apostado como o custo de um passatempo, do mesmo modo que pagaria um bilhete de cinema: dinheiro que aceita perder em troca de entretenimento. Se está a jogar para recuperar o que perdeu ou para resolver contas, é hora de parar.
Estabeleça, antes de começar, quanto está disposto a gastar. Use os limites de depósito da própria casa e não os ultrapasse.
Marque uma duração e respeite-a. Sessões longas turvam o julgamento; fazer pausas ajuda a manter a cabeça fria.
Tentar recuperar um valor perdido leva quase sempre a perder mais. Uma perda faz parte do jogo — aceite-a e afaste-se.
Evite jogar sob stress, tristeza ou influência de álcool. Decisões tomadas nesses estados costumam sair caras.
Todas as casas licenciadas permitem definir pausas ou autoexcluir-se. Em Portugal existe ainda o registo nacional de autoexclusão do SRIJ, que bloqueia o acesso a todos os operadores legais.
Esconder quanto joga, pedir dinheiro emprestado para apostar ou descuidar o trabalho e a família são alertas. Se se revê nisto, procure ajuda.
Se sente que o jogo deixou de estar sob controlo — seu ou de alguém próximo — estes serviços prestam apoio gratuito e confidencial. Não hesite em contactá-los; procurar ajuda é um sinal de força, não de fraqueza.