O Picksledger nasceu de conversas entre pessoas que jogam em Portugal e se cansaram de listas de recomendações sem critério. Somos um projeto editorial — comparamos, não operamos.
Trabalhamos a partir de Faro e escrevemos para quem joga por lazer em Portugal. Não temos ligação societária a nenhum operador nem recebemos ordens sobre o que publicar. O que sai daqui é a opinião de quem realmente usa as plataformas: abrimos contas, fazemos depósitos, pedimos levantamentos e falamos com o suporte antes de escrever uma linha.
Queremos que qualquer pessoa consiga, em poucos minutos, perceber quais são as casas legais em Portugal e em que se distinguem. Sem hype, sem promessas de riqueza, com uma linguagem que respeita o leitor. Se uma casa não convence, dizemos porquê — os contras são tão importantes como os prós.
Este é o ponto onde muitos sites tropeçam, por isso deixamos claro: nenhuma casa paga para subir no ranking. A posição de cada operador resulta apenas dos critérios descritos na nossa metodologia. Se um parceiro comercial nos pedisse melhor colocação, a resposta seria a mesma — não.
Manter o site tem custos, e a forma como nos financiamos é simples: algumas ligações para os operadores são de afiliado. Quando alguém as segue e se regista numa casa licenciada, podemos receber uma comissão paga por esse operador. Para si, o leitor, não há qualquer custo acrescido — o preço é exatamente o mesmo. E, para que não restem dúvidas, essa comissão não compra posições: a avaliação é feita antes de qualquer acordo comercial e é ela que define a ordem.
Comparamos casinos com licença do SRIJ, publicamos análises e explicamos critérios. Trabalho editorial, do princípio ao fim.
Não operamos jogos nem aceitamos apostas. Não guardamos saldos nem processamos pagamentos. Não somos uma casa de jogo.
Se detetou algo desatualizado ou quer partilhar a sua experiência com uma das casas, gostamos de ouvir. Escreva-nos pela página de contacto e respondemos assim que possível.
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